Prefácio
Palavras-chave:
PrefácioResumo
Incluo-me entre aqueles que consideram as narrativas gráficas do pintor e caricaturista suíço Rodolphe Töpffer, já na terceira década do século XIX, como as primeiras manifestações daquilo que atualmente se considera como histórias em quadrinhos. Pode-se afirmar, assim, que essa forma narrativa caminha celeremente para completar 200 anos de existência. Nesses quase dois séculos, as histórias em quadrinhos evoluíram, passaram por muitas mudanças, diversificaram-se em termos de formato, abandonaram veículos tradicionais de disseminação e abraçaram novos suportes, buscaram explorar novos gêneros narrativos e ousaram atrair públicos que lhes foram tradicionalmente avessos. Em certos momentos, foram consideradas como produtos vulgares e popularescos. Em outros, vistas como destinadas apenas a um tipo de público, o infantil. Em muitas ocasiões foram toleradas e, em outras, perseguidas. E, em muitas oportunidades, foram vistas como uma excrecência social, equiparadas a um vírus que deveria ser definitivamente extirpado.
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